E se a publicidade ‘morresse’? Iriam os jornais atrás?
Christopher Wink publicou no seu weblog oficial um texto que abre caminho à reflexão acerca da importância vital da publicidade nos média, fazendo a pertinente questão: E se a publicidade não estivesse apenas em recessão, mas a morrer?
O autor acredita na existência de outras alternativas para criar lucro nos média em substituição à publicidade, tais como o apoio da própria comunidade em que o orgão se insira. Wink afirma mesmo que “a publicidade não pode ser rainha” e que não desiste dos seus projectos e das suas ideias só porque não conta com este patrocínio monetário.
Leia mais sobre o assunto em: http://christopherwink.wordpress.com/2009/06/18/what-if-advertising-wasnt-in-a-recession-but-dying/#more-3842
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É uma reflexão importante, cada vez mais nos dias de hoje. A publicidade sempre fez parte da indústria dos média, mas nunca fez parte da alma do jornalista nem do seu trabalho. É urgente encontrar novos caminhos, novas condições, novos meios; é necessário acabar-se com esta outra forma de censura, a publicidade não pode converter-se a entidade “proprietária” dos nossos orgãos de comunicação, isto se quisermos conviver com um jornalismo livre no futuro.
Bruno M. Ventura


A notícia é a excelência do jornalismo, a reportagem é o jornalismo de excelência; há quem diga até que a verdadeira alma do jornalista está na reportagem. Mas, como se planifica um trabalho de reportagem? Passo a citar alguns excertos dos textos de Orlando César, sobre planificação de reportagem:

«Do what you do best and link out to the rest.» (WINK, Christopher)







